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15.08.2007 - 15:37
Infra-estrutura tecnológica
Projeto de ilhas de impressão do Proderj supera expectativas

Um movimento mundial na área de Tecnologia da Informação vem se desenhando na busca da redução do consumo de energia, da emissão de gases poluentes e do desperdício de insumos: é a chamada TI Verde, que consiste basicamente numa estratégia de utilização da tecnologia de maneira responsável e sustentável, lançando mão de recursos como consolidação de data centers e padronização e gerenciamento de infra-estruturas.

Como órgão responsável pela gestão da tecnologia no âmbito estadual, o Proderj (Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro) não poderia ficar de fora desta tendência. A autarquia iniciou, em junho, uma importante campanha de conscientização dos seus funcionários em torno da necessidade de economia de energia, de papel e de outros insumos, como cartuchos de tintas para impressoras. O primeiro passo neste sentido foi a implantação do projeto “ilhas de impressão”, que planeja atingir uma redução de até 60% do material de consumo utilizado pelo parque de impressoras do órgão.

Segundo o diretor executivo do Proderj, Júlio da Hora, a instalação da “ilha de impressão” no 22º andar do prédio do Caerj (Centro Administrativo do Governo do Estado) – onde funcionam a Presidência, a Vice-presidência, a Diretoria de Infra-estrutura Tecnológica, a Diretoria Executiva e outros nove setores da autarquia – apresentou resultados acima dos esperados logo no primeiro mês.

“O consumo no 22º andar caiu de 12,4 mil folhas impressas em junho para 8,736 mil em julho. Isso incluindo os separadores de documentos, que podem ser aproveitados em outras tarefas, reduzindo ainda mais o número de impressões e o gasto de papel. O resultado tem sido tão bom que pretendemos implantar esse novo sistema nos outros andares ocupados pelo Proderj e na unidade Maracanã”, revela Júlio.

O diretor executivo acrescentou que as impressoras jato de tinta que antes ficavam alocadas nas gerências – hoje substituídas por um equipamento de maior porte, a laser, cujo custo por folha impressa é aproximadamente oito vezes menor – estão guardadas e podem vir a ser aproveitadas em outros projetos do Proderj, a exemplo do programa de inclusão digital. Atualmente, já é possível registrar uma economia de quase 90% com impressões jato de tinta. O custo de manutenção desse tipo de impressora, que era extremamente alto, também passa a tender a zero.

Mesmo nas impressões a laser – mais econômicas –, a tendência tem sido de redução. Considerando-se apenas o montante de documentos enviados para impressão – isto é, ignorando-se as páginas separadoras – o Proderj registrou uma economia de aproximadamente 58% em julho, em comparação com o levantamento realizado no mês anterior.

“O importante não é apenas reduzir despesas, mas também controlar o que está sendo gasto. E, com as ilhas, acabamos aperfeiçoando essa rotina de verificar o tipo e a quantidade de impressões por cada setor e usuário, levando a uma utilização mais racional dos recursos. Os próprios funcionários estão mais conscientes e já começaram, esta semana, a adotar a impressão frente/verso, sempre que possível. Após a redução, o próximo passo será fazer com que nossa autarquia passe a utilizar 100% de papel ecologicamente correto”, finaliza Júlio.

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